Anticristo (Antichrist, 2009)

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Anticristo

Por Bruno Pongas

“Eu sou o maior cineasta do mundo” / “Anticristo foi feito com aproximadamente 50% da minha inteligência habitual”

Por mais carregadas de ironia que essas frases possam estar, o controverso diretor dinamarquês, Lars von Trier, mostra nelas uma dose exagerada de pedantismo. O mesmo pedantismo, que aliás, permeia o seu Anticristoobra que vem dividindo críticos e espectadores pelo mundo. No meu conceito, obras-primas caminham lado-a-lado com fiascos pretensiosos… “nunca dê um passo maior do que a perna”, é o que diz o ditado popular. Von Trier, ao meu ver, quis ser maior do que pensa que é, usou artifícios simples e apelativos para chocar e construíu uma trama ideologicamente sem grande sentido. O resultado? Muito burburinho e um objetivo cumprido: divulgar seu novo longa.

Posso estar aqui errado, mas ninguém irá me convencer de que o diretor usou e abusou do apelo/violência sexual apenas porque estava deprimido. Vemos em Anticristo uma obra interessante, com potencial, que aborda temas pertinentes, só que muito, mas muito mal explorada. Ao observar os créditos subindo embalados por uma música pesada, o primeiro sentimento que me ocorreu foi: “que desnecessário!”. O bom público, que esperava ansioso pelo longa, saiu da sala aparentemente decepcionado. Durante os minutos finais (onde o bicho realmente pega) podia ouvir comentários breves a cada absurdo que surgia na tela.

Sou conservador? Se isso que estou dizendo pode ser chamado de conservadorismo, admito essa postura com muito orgulho. No meu ponto de vista, existem formas e formas de se fazer chocar, de causar impacto… sou fervorosamente contra a arte levada ao extremo, ainda mais quando se usam artifícios como esses para deixar o público em polvorosa. Lars von Trier tenta justificar de qualquer maneira e a todo custo sua mente deturpada e o estado insano pelo qual passava. O resultado disso é discutível. Pouco funciona como filme de terror, pois se utiliza de artimanhas manjadas para assustar (até diretores de quinta-cartegoria iriam melhor nesse quesito). Como drama, no entanto, admito que é mais eficiente, embora perca o rumo depois de um tempo.

Toda essa crítica, acredite, é de alguém que havia criado grande expectativa em torno desse filme. Me esforcei bastante para simpatizar com ele, e confesso que até gostei de algumas partes. O prólogo, composto pela bela música de Händel, é das coisas mais lindas do cinema contemporâneo. Toda aquela cena, retocada pela fotografia em preto e branco, goza de uma classe única, de um estilo elogiável e inconfundível (possivelmente faz parte dos 50% da inteligência do diretor). Gostei também dos personagens pecaminosos, especialmente da mulher – espetacularmente interpretada por Charlotte Gainsbourg. Sua profundidade é extrema, assim como sua maldade – é como se tudo o que há de ruim no mundo fosse canalizado em uma só pessoa. E era esse mesmo o objetivo: a mulher, o feminicídio, a maldade, o éden, a natureza, o caos… que potencial jogado no lixo!

Lars von Trier consegue com seu novo trabalho um exemplar único, só que infelizmente da maneira errada. O diretor que costumeiramente soca, espanca, incomoda, provoca – tudo isso de uma vez –  dessa vez atinge somente um de seus objetivos: chocar. Se era isso mesmo que ele queria, aqui há por merecimento uma nota louvável, um dez sem nem pensar duas vezes. Contudo, como o próprio se recusa a explicar sua obra, tenho que me pautar apenas pela minha linha de raciocínio (o que é muito pouco, eu sei). E nos meus humildes pensamentos, Anticristo nada mais é do que um retrato desnecessário vindo de uma mente, naquele momento, doentia.

Minha Nota: 4.5

Direção: Lars von Trier
Gênero: Drama/Terror
Duração: 100 minutos
Elenco: Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg.

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30 Respostas to “Anticristo (Antichrist, 2009)”

  1. remivaletlaronoopibu Says:

    Muita gente disse que ficou chocada com o filme. Não só muita gente disse, mas eu vi gente ficando chocada com o filme! Ao meu lado, minha mãe e um amigo sofriam com as imagens do filme.
    Mas eu não, assisti o filme duas vezes, e em nenhuma das duas achei as cenas pesadas, mesmo as mais violentas! Depois, quando eu me lembro das cenas do filme, começo a achar terrível, começo a achar nojento, mas só depois de uns dois dias que eu realmente comecei a ficar chocado com o que eu tinha visto! Por isso, não achei que em momento algum a violência foi gratuita! Toda aquela violência estava lá por algum motivo!
    Por isso não acho que o objetivo era chocar (apesar de Lars von Trier dizer que não pensa no público, acho isso impossível, tendo assistido Dogville umas oito vezes, eu tenho certeza que o filme foi feito para causar ódio ao espectador!) mas sim mostrar a situação na qual os dois acabaram se encontrando!

    • Bruno Pongas Says:

      Eu tenho sérias dúvidas quanto a isso por alguns motivos…

      É um roteiro tão raso, tão mal aprofundado, que carece de muito mais cuidado. Talvez o principal objetivo não fosse chocar, mas ele partiu pra esse lado pra valer e esqueceu de contar uma história com qualidade. Quanto às cenas, é como eu disse… eu não gostei, acho apelativo.. é o que eu quero dizer, chocar daquela maneira qualquer um pode, sabe? É muito fácil mostrar um clitóris sendo cortado à sangue frio e provocar arrepios.. agora difícil é provocar o mesmo tipo de sensação com uma história bem contada. Lars von Trier é capaz disso, todos sabemos, e talvez seja por isso que eu fiquei tão decepcionado, por saber que ele poderia fazer algo bem melhor.

  2. Tiago Ramos Says:

    Em Portugal só estreia em Outubro. Estou ansioso.

  3. tiago l. garcia Says:

    Reproduzo o que escrevi no orkut, aqui! :)

    Bruno, respeito e considero válida sua opinião. Porém minha visão é diametralmente oposta a sua.

    Digo isto porque, ao contrário de ti, fui ver o filme já querendo detoná-lo (não gosto nada, por exemplo, dos dois primeiros trabalhos do Trier…não seria grande coisa não gostar deste). Também não gosto de pedantismos, preciosismos e provocações vazias! (e o quanto disto você não encontra, por exemplo, nas artes plásticas hoje)

    Mas quando vi o filme minha impressão não foi esta. O filme é evidentemente pesado, obsceno, porém eu vi nesta provocação toda um estofo e um sentido, sim.

    Se o Manderlay e o Dogville, por exemplo, botavam em cheque o homem como animal moral – a possibilidade do homem ser bom na sociedade em que vivemos – o que o Anticristo bota em cheque é toda existencia, é tudo e todos…a vida é um movimento cego e destruidor, natureza e homem, o racional e não-racional, se equivalem…o impulso à vida, o sexo, a procriação é (no filme) repulsivo…assim como a própria razão (o desejo do ator de “curar” a mulher pelo ‘lógos’) é no filme igualmente repulsiva.

    Em resumo: Eu acho que é dificil enxergarmos o que o filme pretende pelo simples fato de ser duro demais de engolir aquilo que (na minha opinião e leitura) ele é: um atestado de ódio à vida, ao erós, à existencia toda!

    Bom, e o filme, a meu ver, é criticável por este pessimismo violento. Não é só 50% do Trier mas tmb só 50% do mundo (na verdade muito menos – a meu ver) que está ali…como os outros 50% do Trier (que filmou Dançando no Escuro e Quebrando As Ondas) mesmo pode nos dizer, há algo de bom no homem que pode inexplicavelmente romper este movimento cego e violento..há algo mais luminoso na vida, no eros e no sexo, na maternidade e etc. que o tal do Anticristo não pode ver!

  4. tiago l. garcia Says:

    …talvez faltou explicar como eu vejo (nas cenas do filme) estes ataques à vida e ao eros e à racionalidade…a relação natureza/homem…mas posso tentar fazer isto mais adiante se o diálogo por aqui ou na orkut se estender. Ok? :)

    • Bruno Pongas Says:

      Tiago..

      O que acho legal nas discussões sobre cinema – sobre cultura em geral – é que as pessoam tratam as outras com um maior respeito. Diferente de quando tratamos de outras temáticas, o leitor cultural tenta dialogar ao invés de impôr, e eu fico muito feliz em saber que é possível mantêr um debate de nível dentro de um blog.

      Bom… como você já pôde ver, eu discordo de você – em alguns pontos. No meu ponto de vista, Lars von Trier tinha tudo pra fazer um filme magistral, e para corroborar com isso, eu concordo com você quanto a todo o cunho existencial contido no longa. No entanto, como eu já disse algumas vezes, acho que ele se perdeu demais da metade pro final do filme. O roteiro é orignal, mas von trier pouco explora as possibilidades. Habitualmente seus filmes ultrapassam com folga a casa das duas horas, gozam de um alto detalhamento… em ‘Anticristo’ temos pouco mais de uma hora e meia, o que me soou insuficiente para explicar todos os dilemas morais da obra.

      Volto a dizer: ao se preocupar demais em transpôr seu sofrimento, sua depressão, sua angústia para a tela, ele se esqueceu de pontos primordiais, como contar uma história. As cenas de sexo, pra mim, são completamente aceitáveis, mas quando digo que ele exagerou, foi na questão da violência mesmo. Chocar é fácil, como eu tenho dito sempre… pareceu pra mim que ele ficou contente unicamente em atingir esse objetivo. ‘Anticristo’ tinha um potencial tremendo, mas sucumbiu em meio ao pedantismo do diretor.

      Ah, e sim… ficaria muito feliz se vc explicasse como você enxergou as cenas do filme…

      Abs.

  5. tiago l. garcia Says:

    Fala Bruno,

    Engraçado né, e nos lugares em que o pau deveria mesmo quebrar (no senado, por exemplo rs.), em que os valores deveriam ser de fatos defendidos, o que vemos e só ““respeito”” aos adversários. :)

    Mas bom, sua crítica em relação ao filme é que ele apresenta uma narrativa má acabada. A estória se perderia e logo se tornaria algo obscuro e sem sentido, pedante.

    Discordo de você aqui, primeiramente, porque acho que você está exigindo como condição para que o filme seja bom e válido uma narrativa em um formato clássico – que se desenrolaria em torno do protagonistas e terminaria num desenlace narrativo (como são as tragédias gregas, shakesperianas e etc….ou como, claramente, são Dogville, Manderlay, Dançando no Oscuro e quase todos os filmes do Trier!).

    Eu acho que é possível um filme transmitir idéias e , mais ainda, sentimentos, sem seguir este movimento. O David Lynch faz , por exemplo, filmes baseados em idéias que giram de maneira bastante livre em torno de um (ou mais) tema(s)…o que o cara faz é uma colagem de imagens e emoções…e na minha opinião funciona muito bem…e sabe porque acho que funciona?…porque nossa experiência do mundo não é na maior parte das vezes narrativa…nossa vida é também feita de colagens, de peças que não encaixam de todo.

    Vejo o Anticristo, mais ou menos sob esta chave, ele não é um filme que se desenvolve através dos protagonistas, mas é um filme mais inclinado à exposição de idéias.

    Eu acho, por exemplo, que é possível enxergar a mulher no filme como símbolo do impulso à vida, de um impulso que Trier enxerga como doentio (porque a vida, a geração, é cega, violenta e doentia) – exemplo disto no filme seria a maneira doentia através da qual a mulher recorre ao sexo. Poderíamos dizer que a mulher mutila o próprio clitóris em um reconhecimento enojado daquilo que gera a vida…seria o Trier dizendo que “o caos reina”…a vida é violenta e cega etc.

    Acho que é possível enxergar tmb o homem representando a racionalidade, o logos…e o Trier arrasa o lógos tmb rs…a racionalidade cede facilmente ao caos…a psicanálise é uma piada diante do rolo compressor da natureza. Esta extrema fragilidade da razão, do discurso, acho que é bem clara no filme….os “treinamentos” estúpidos não dão certo.

    Outra idéia central do filme e da relação homem e natureza…o filme aponta, a meu ver, para um movimento em que o homem se reconhece como parte de um movimento cego (novamente ele hehehehehe) e caótico (que é a natureza no filme)…ao se perceberem cegos e caóticos os protagonistas se enojam e desesperam….uma cena no filme neste sentido é aquela que a mulher se vê apavorada diante da grama…e o Trier passa para uma cena subterrânea…outra cena é uma em que um conjunto de árvores (se bem me lembro) se mostra na verdade sendo composta de diversos homens…e por fim no final quando o homem (ele tem nome..se tem, não me lembro hehehe) vê pessoas correndo livremente pela floresta – se movimentando cegamente sem se dar conta, ao contrário dos protagonistas, do absurdo de sua natureza, do horror que são e que habitam.

    Enfim: Acho que há sim um conjunto de idéias que dão uma unidade ao filme, que o tornam interessante (o epidemic, por exemplo, acho mesmo ruim e desinteressante!)…e no final das contas acho que não tem nada de pedante no filme…o duro é engolir o que ele tem a dizer (ainda mais com a brutalidade com que o negócio é dito!)…acho, aliás, este o verdadeiro filme de horror! Não é a violência, algo exterior ao que estamos acostumados, que nos horroriza, o que horriza é a existência ela mesma!

    • Bruno Pongas Says:

      Tiago: Seus argumentos são muito válidos e eu os respeito. Mas, não concordo com a maioria deles.
      O diretor – seja ele qual for – tem todo o direito de criar uma narrativa diferente, que fuja do usual, ou que seja uma completa viagem na maionese.
      No entanto, criar uma narrativa ousada não quer dizer que ela tenha que ser mal explicada. É o que eu tenho dito a todo o momento: Lars von Trier criou com muita qualidade o enredo inicial de sua trama… os conflitos da personagem de Gainsbourg após a perda do filho são pra lá de pertinentes. No entanto, depois de um tempo a trama tem uma queda de qualidade absurda (inclusive o próprio diretor reconheceu que o seu roteiro é meia boca). Ele simplesmente nos joga um punhado de informações, alguns símbolos e algumas lendas aparentemente sem sentido e espera que o espectador tire suas próprias conclusões. Até que ponto isso é ousado e tem qualidade? Na cabeça do Lars pode fazer todo o sentido, mas, a partir do momento em que ele resolve contar uma história, o mínimo que ele tem que fazer é contá-la de uma maneira honesta.
      É muito fácil se apegar a uma série de simbologias ou dados históricos (a mulher na idade média) e vomitar isso na cara do espectador. A trama tinha um potencial absurdo, pois aborda um tema interessante e pra lá de polêmio. Acho, contudo, que a história foi mal construída e que a neura em fazer algo chocante consumiu a cabeça do diretor mais do que deveria…

  6. Guilherme Says:

    Na boa…o filme é uma puta bosta. O Ego do cara acabou com a possibilidade do filme virar algo “assistível”.
    Acho que quando você tem que achar mil desculpas para achar algo de bom que justifique a grana e esforço empregados pra fazer o filme, alguem errou a mão feio.
    A melhor crítica que eu li desse filme foi do Tabloide do Uol: http://noticias.uol.com.br/tabloide/critica/2009/09/01/ult6150u32.jhtm
    Tosco, mas eficaz.
    Cheers

  7. Hugo Says:

    Assisti apenas dois filmes de Lars Von Trier, “Dançando no Escuro” e “Os Idiotas”. São filmes até certo ponto interessantes, mas acredito que Trier é mais famoso pelas polêmicas que cria do que pelo talento. Ele é um grande marqueteiro, vejo assim desde que ele inventou o tal movimento Dogma nos anos noventa, que como sempre foi mais barulho que algo concreto.

    Estou linkando seu endereço no meu blog, valeu pela visita lá.

    Abraço

  8. Kau Oliveira Says:

    Me abstenho de ler o texto todo por que estou doido pra ver o filme. Acho Lars um gênio e acho a idéia central de Anticristo genial, impressionante. Ainda não estreou aqui, mas quando isso ocorrer foi com certeza!

    Obrigado pela visita ao Bit of Everything!

    Abs!

  9. Brenno Bezerra Says:

    Tenho lá as minhas dúvidas se irei ou não conferi-lo, mas se eu for, será por curiosidade com a atuação da Charlotte Gainsbourg.

  10. Wally Says:

    Admiro muito o cinema de Von Trier, então quero muito conferir a obra apesar de sua crítica desanimadora.

    • Bruno Pongas Says:

      Wally: Vejo o ‘Anticristo’ como um daqueles filmes que pede sim uma releitura. Ou seja, pretendo assistí-lo novamente um dia. Não agora, pois confesso que achei pesado demais pra ficar assistindo a torto e a direito, mas confesso que talvez com uma segunda chance minha opinião mude um pouco. Aliás, se o filme tem uma vantagem, essa é a que ele te faz refletir, ficar horas e horas pensando – eu, por acaso, ainda me pego refletindo sobre a história de vez em quando.

      Brenno: Se for assistir por esse motivo pode ir tranquilo! Vai valer a pena.

      Hugo: Também acho o Lars von Trier marketeiro.. mas, ainda assim um marketeiro talentoso. Não acredito que ele faça sucesso apenas pelo tom polêmico dos seus filmes. Ele é um cara que faz pensar, que nos instiga a refletir. Isso é um grande mérito, ao meu ver.

  11. Cleber Says:

    Eu fiquei muito ‘irritado’, quando ele disse ‘Sou o maior cineasta do mundo’ …

  12. tiago l. garcia Says:

    Bruno, eu sei que minhas leituras ficaram devendo bastante rs. ( tmb por falta de uma melhor memória – não tenho uma cópia comigo!).

    Mas para mim se você quer ler o filme sob a perspectiva de um “pessimismo filosofico” (como tentei a duras penas fazer rs.), você faz sem grandes problemas. Um schopenhauriano ou um leitor de Cioran (um filósofo pessimista romeno) se identificam tranquilamente com o filme!

    Ou seja, o Trier não esta “inventando” suas questões…não é culpa do cara se ninguém mais lê Schop.,Cioran (filosofos e teologos e autores pessimistas como um todo)!! Ninguem é obrigado a ler, mas tmb entenda que ele não esta simplesmente inventando ou sendo pedante ali.

    É claro que esta perspectiva “filosofica” não é a única sob a qual o filme pode ser lido…há certamento toda uma face mais psicológica e menos “metafísica” ali.

    Tmb não quero livrar, completamente, o filme de certo exagero simbólico…

    Ah velho, este filme é realmente trabalhoso de defender – acho que assistindo o filme novamente com atenção poderia fazer uma leitura filosófica mais bacana dele..mas vou ficar devendo! rs

    De qlqr forma: Assistam “Breaking The Waves” que é bem melhor – e também, genuinamente, bem mais “provocador”!

    Abraço e parabéns pelo blog!

  13. Leka Says:

    Uma coisa é fato: o filme só ficou pesado assim porque o Trier resolveu usá-lo de terapia. Ele mesmo admite isso na entrevista que vc colocou, então nada mais natural que ele extravase todos os instintos mais primitivos do homem na tela.

    Porééééém, a partir do início da sequência de violência deus-nos-acuda, a qualidade do filme cai drasticamente. Acho que vários pontos de ‘Anticristo’ valem a pena, como o prólogo e o epílogo belíssimos, as atuações, a apropriação de elementos simbólicos…

    Mas para mim, a temática já era pesada o suficiente; depois que nos identificamos com aquela mãe triste, sofrendo a perda do filho, vem o famoso soco no estômago a la Von Trier – ela representava tudo o que havia de ruim na face da Terra. A tortura psicológica já não era o bastante?

    Os melhores filmes de terror que conheço usam o ato violento como mera ilustração, ou pulam essa parte, que de fato é desnecessária. Mas para mim, o maior problema de Anticristo é que, não conseguindo pensar em um gran finale provocador, o ‘melhor diretor do mundo’ apelou para a força do estômago de quem assiste, virando ele mesmo um animal com sede de sangue.
    Dançando no Escuro e Dogville são filmes que também tem uma carga emocional tremenda, de trama pesada, difíceis de digerir, e neles o Lars Von Trier – que já era doentio, tudo indica – não teve que apelar pra sequencias sanguinárias para constituir seu objetivo.
    Ou seja, acho que o diretor perdeu o jeito….

  14. Renan Says:

    Gostei bastante da critica. Quando estreiar aqui pretendo, sem duvida, vê – lo. Ja li criticas elogiando e esculachando o filme, fato que me deixa mais curioso para ver a obra. Espero que não me deixe tão desapontado assim.

  15. Cecilia Barroso Says:

    Acho muito interessante essa profusão de efeitos que os filmes causam no público. Enquanto alguns amam, outros odeiam. Uns acham perfeito e outros, apelativo.

    Depende da vivência de cada um, né? A experiência de vida de uma mulher que já é mãe pode mudar completamente o resultado final de Anticristo a meu ver.

    Acho claro o toque depressivo do filme, mas, ao mesmo tempo, acho que é o retrato que mais se aproxima da dor de uma mãe que acabara de passar pela maior perda que uma pessoa pode ter.

    Como disse, enquanto uns analisaram as imagens vistas e uma talvez gratuidade delas, para mim, aquilo era o interior de pais devastados por esse luto, corroídos pela culpa e se punindo por ela (metaforicamente, acredito).

    E é claro que o fato de eu ter dois filhos e, no momento, estar morando longe deles foi determinante para minha análise.

    Como eu disse antes, o que vemos na tela depende de toda a nossa bagagem, de sentimentos e entendimentos muito pessoais, e é por isso que o cinema me fascina.

    Adorei a sua crítica e o seu blog!

  16. Jhuy Says:

    Feminicídio e femicídio não são a mesma coisa. No filme, ele aborda o tema relativo à matança de mulheres, á princípio, pelo simples fato delas serem mulheres, que caracteriza o femicídio. O diretor, de um modo bem paradoxo, tentou mostrar que o femicídio pode ter um fundamento mais lógico e profundo que o “matar mulheres apenas por matar”: sendo um possível modo do homem se defender da natureza feminina.

    Respeito e entendo sua crítica, no geral, embora eu tenha tido uma experiência um tanto diferente ao assistir o filme. (:

    • Bruno Pongas Says:

      Jhuy…
      As palavras femicídio e feminicídio ainda provocam muitas divergências quanto ao seu significado. Por mais que vc esteja correta, já que no portiguês do Brasil a palavra que melhor se encaixaria é femicídio mesmo. Contudo, mas correto ainda é usar a expressão `genocídio entre mulheres`.
      Concordo com você em partes, mas discordo afirmando que Lars Von Trier foi raso na hora de justificar sua história. Ele fez um filme somente para ele, para agradar seu próprio ego… e o resultado foi um trabalho sem muito sentido. Acho que merece uma segunda olhada, mas tenho certeza que manterei minha opinião à respeito.

  17. karen Says:

    ficou muito “cult” adorar von trier….
    o único filme bom q ele fez foi dancer in the dark…
    o q ele faz pra aparecer é usar artificios inéditos ou mal explorados como tirar cenários e músicas e criar regrinhas pra filmar…ou, como no caso do anticristo, fazer uso de cenas sexo-gore pra chocar e propagandear por ai como “terror”. Ele acerta a mão em criar no inicio do filme uma beleza quase plástica, em filmar em preto e branco.Aliás, a fotografia do filme é belíssima.Mas ao invés de investir em uma história de plano livre e deixá-la fluir ele usa e abusa da vilência para q?
    para chamar a tenção!!!chocar!!!pq no fundo ele sabe que não é bom a menos que tenha uma idéia que desperte o interesse do público. mas marketeiro ah, ele é o melhor!!! Experiência interessante, mas profundamente mal encaixada e obtusa…os atores estão maravilhosos, o cenário é lindo, só faltou um tratamento psiquiátrico pro von trie antes de rodar o filme!hehehhehe

  18. Paula Says:

    Achei o filme extremamente misógino. O Lars coloca a mulher como inerentemente má, instintiva e não racional, e justifica as atrocidades cometidas contra elas na idade média.

    Não achei as cenas de violência gratuitas. Muito pelo contrário, elas nem me chocaram… talvez porque eu esperasse muito ficar chocada, em função dos comentários a respeito.

  19. Saduh Says:

    Concordo que o filme não é isso tudo. Até saí um pouco impressionado do cinema, tive dificuldade de digerir, mas analizando friamente hoje eu acho que é um filme que tentou ser muito diferente e acabou sendo só isso, esqueceu de ser bom.

    Agora, discordo frontalmente desse discurso de “em cinema isso não pode” ou “tem que ser desse jeito”, etc… não foram as cenas chocantes que tornaram o filme ruim, elas apenas não funcionaram porque talvez o argumento fundamental do filme já seja falho, assim nada salva.

  20. Luci Lima Says:

    Olá, Bruno e galera

    Tive muita dificuldade em assistir ao filme, como os outros do LVT. Não porque me choca, mas por me incomodar profundamente, ardentemente. Não tenho propriedade técnica para falar sobre cinema, não sei de que recursos ele abriu mão ou excedeu-se. O que sei é o que senti assistindo “Anticristo”.

    O Prólogo, sem dúvida, é a coisa mais linda que já vi.

    O filme propõe-se tratar de 3 coisas importantíssimas para mim: razão/loucura, questão de gênero e cultura/natureza. Tudo isso de forma visceral. Não acho que o fato dele assumir sua depressão e transtorno do pânico diminui a sua obra, creio que apenas alguém que sentiu pode retratar tão perfeitamente.

    Não posso contribuir mais do que isso – vou assistir novamente e volto pra dizer.

    Muito obrigada pelo post, foi realmente gratificante.

    Um abraço,

    LL

  21. enoch Says:

    O documento que estar fazendo os evangelicos – protestantes – verem que os católicos estão certos e que eles, os protestantes, estão errados. Que nós somos os verdadeiros cristão e eles, os evangelicos, os usurpadores do cristianismo:

    DEUS É IDOLATRA?

    Não! Então, porque mandou que Moisés fizesse a imagem de uma serpente de bronze?

    “Moisés fez, pois, uma serpente de bronze, e fixou-a sobre um poste. Se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida”. (Números 21, 4-9).

    “Como Moisés levantou a serpente no deserto. Assim deve ser levantado o Filho do Homem, para que todos que nele crer tenha a vida eterna”. (João 3, 14-21).

    Obs: Quem usa uma cruz vazia, sem Jesus Cristo nela, comete o erro de se negar a olhar para aquele a quem as Sagradas Escrituras falou que seria levantado, como o foi a serpente no deserto que todos olhavam para ser curado da mordida de cobra – picada – Olhe para Jesus na cruz, como os hebreus olhavam para a serpente de bronze que Moisés fez e fixou-a sobre o poste. Porque, a cruz vazia é apenas um instrumento de morte. Já a cruz com Jesus Cristo nela: é símbolo de nossa salvação. Pois, também está escrito: “Com efeito, a linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas para os que estão sendo salvos, para nós, ela é poder de Deus. Pois, está escrito; eu destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos inteligentes”. (I Coríntios 1, 18-20).

    E mais tema dizer a bíblia, para maior entendimento da palavra de Deus?

    “Nós, porém, pregamos um Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos, mas para os que são chamados, tanto judeus quanto gregos, ele é Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus”. (I coríntios 1, 23-24).

    E para dissipar toda e, qualquer duvida a respeito da cruz de Jesus Cristo a bíblia declara?

    “Eu, por mim, nunca vou querer outro titulo de gloria que não seja a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, por ela, o mundo está crucificado para mim, como eu para o mundo”. (Gálatas 6, 14).

    Vemos claramente, na passagem do livro de Gálatas, que não pode haver outro titulo de gloria para aquele que segue a Jesus, que a cruz onde ele pode ser visto, como era vista a serpente de bronze, pelos hebreus.

    Os irmãos protestantes – que no Brasil são conhecido como, evangélicos – devem também lembrar que Deus mando que Moisés fizesse a imagem de dois anjos – querubins – para serem postas sobre a Arca da Aliança, onde estavam guardados Dez Mandamentos da Lei de Deus, como pode ser lido em Êxodos 25, 18. E, mais uma vez volto a perguntar? Deus é idolatra, por ter ordenado que Moisés fizesse a imagem de uma serpente para curar os hebreus da picada de cobras e por ter mandado que ele fizesse a imagem de dois querubins para serem colocadas sobre a Arca da Aliança? Por certo que não! Pois, quando Deus falou para o povo hebreu que não adorasse a ídolos e não fizesse para si, imagens deles, estava se referindo unicamente aos falsos deuses do Egito. Tanto é verdade que ele advertiu ao povo, avisado para que eles não construíssem para si, imagem daquilo que estava nas nuvens do céu – uma clara referencia aos desuses do Egito, em forma de pássaros – que não fizesse para si, imagens das coisas que caminhavam sobre a terra – os deuses do Egito em forma de cabras, bois, gatos e outros mais – que não fizessem para si, imagens das coisas que se moviam nas águas dos mares – os desuses do Egito em forma de crocodilo, de hipopótamo e outras coisas mais. Os falsos deuses do Egito, que vocês poderão ver, nas fotos abaixo:

    “Não farás para ti ídolos ou coisas alguma que tenha a forma de algo que se encontre no alto do céu…”. (êxodo 20, 4):

    O íbis é uma ave pernalta de bico longo e recurvado. Existe uma espécie negra e outra de plumagem castanha com reflexos dourados, mas era o íbis branco, ou íbis sagrado, que era considerado pelos egípcios como encarnação do deus Thoth.

    O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis (On em egípcio), o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. O deus-Sol é retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações. Seu nome mais comum é Rá e podia ser representado por um falcão.

    “…embaixo na terra…”. (Êxodo 20, 4):

    Boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptá. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Antiga divindade agrária simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.

    Uma gata ou uma mulher com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubástis, cujo nome em egípcio – Per Bast – significa a casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.

    “…ou nas águas debaixo da terra.”. (Ê xodó 20, 4):

    Um crocodilo ou um homem com cabeça de crocodilo representava o deus Sebek, uma divindade aliada do implacável deus Seth. Seu centro de culto era Crocodilópolis, na região do Faium, onde o animal era protegido, nutrido e domesticado. Um homem ferido ou morto por um crocodilo era considerado privilegiado. A adoração desse animal foi, sobretudo importante durante o Médio Império.

    Tueris era a deusa-hipopótamo que protegia as mulheres grávidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, é representada em inúmeras estátuas e estatuetas sob os traços de um hipopótamo fêmea erguido, com patas de leão, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espécie de cauda de crocodilo. Além de amparar as crianças, Tueris também protegia qualquer pessoa de más influências durante o sono.

    E, para que não haja mesmo qualquer dúvida de que Deus se referia aos falsos deuses do Egito, ao pedir que o povo não praticasse idolatria, apresentamos um trecho do livro de Josué, que foi quem substitui Moises, após a sua morte:

    “Agora, pois, temei o Senhor e o servi-o com inteligência e fidelidade. Afastai os deuses aos quais vossos pais serviram do outro lado do rio e no Egito, e servi ao Senhor”. (Josué 24, 14”.

    E para termos mais certeza de que Deus realmente falava dos falsos deuses do Egito, vejamos o que também fala, 8, 8-9-10:

    “Filho do homem, disse-me ele, fura a muralha “ quando a furei, divisei uma porta. “Aproxima-te, diz ele, e contempla as horríveis abominações a que se entregam aqui”. Fui até ali para olhar: enxerguei aí toda espécie de imagens de répteis e animais imundos e, pinturas em volta da parede, todos os ídolos da casa de Israel”.

    Como podemos verificar, nessa passagem bíblica? Os sacerdotes estavam a adorar os falsos deuses em forma de répteis e animais, que Deus havia proibido que fossem adorados. Tanto é, que Deus enviou o castigo e destruiu os sacerdotes e os que praticavam aquela adoração abominável.

    Por sempre fazer livre interpretação das Sagradas Escrituras, os protestantes – evangélicos – sempre cometem erros abomináveis, grotescos e perigosos, contra o Evangelho de Cristo. Errais, não compreendendo as escrituras, nem o poder de Deus”. (Mateus 22, 29).

    “Porque sabei-o bem: nenhum dissoluto, ou impuro, ou avarento – verdadeiros idolatras – terá herança no Reino de Cristo e de Deus.”. (Efésios 5, 5).

    Obs. Dissoluto significa: devasso, corrupto e libertino.

    O VINHO

    Os protestantes – evangélicos – costumam afirmar que é proibido beber vinho, e correm dele, como o diabo, da cruz. Será que eles, os protestantes, nunca leram que Jesus bebia vinho? E que o seu primeiro milagre foi transformar água em vinho? E que na Santa Ceia, Jesus Usou vinho? Não venham me dizer agora, os protestantes – evangélicos – que não sabia dessas coisas. E que, não era do seu conhecimento que o vinho do tempo de Cristo embriagava, tal qual o vinho de hoje. Pois, como eles devem saber – se realmente se deram ao trabalho de ler a bíblia: – que Noé se embriagou, que Lot foi embriagado por suas duas filhas, que queriam engravidar dele, para deixar descendência sobre a terra, que Davi se embriagou e o próprio Jesus foi chamado de beberrão. Se Jesus aprovava o vinho e o bebia, porque então tem quem o chame de PROIBIDO? Porque você está proibido de beber vinho, se Jesus o bebia e a palavra de Deus diz que é proibido proibir?

    “Se em Cristo estais mortos aos princípios deste mundo, por que ainda voz deixais impor proibições, como se vivêsseis no mundo? Não pegues,! Não toqueis! Proibições estas que se tornam perniciosas pelo uso que dela se faz, e que não passam de normas e doutrinas humanas. Elas podem sem dúvida, dar a impressão de sabedoria enquanto exibem cultos voluntários, de humildade e austeridade corporal. Mas não tem nenhum valor, e só servem para satisfazer a carne”. (Colossenses 2, 20).

    Jesus na Santa Ceia tomou vinho. ( I Coríntios 11, 23-26).

    O primeiro milagre de Jesus foi transformar água em vinho. (João 2, 1-12).

    Como pudemos ver: na época de Noé e de Jesus, como até aos dias de hoje, o vinho sempre embriagou.

    “Noé, que era agricultor, plantou uma vinha. Tendo bebido vinho, embriagou-se”. (Gêneses 9, 20).

    “Não continue a beber só água, mas toma também um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes indisposições”. (I Timóteo 5, 23).
    Uma recomendação bíblica que não pode ser deixada de lado, por se achar que é proibido beber vinho.

    JESUS TEVE IRMÃOS?

    É comum, entre os protestantes – evangélicos – afirmar que Jesus Cristo teve irmãos de sangue. Porém, Em nenhuma parte da bíblia se encontra escrito que Maria e José tiveram filhos – visto que Jesus era filho legitimo de Maria, mas, filho adotivo de José, pois fora concebido pelo Espírito Santo, pois não nasceu de homem – Em defesa da verdade e das Sagradas Escrituras, vamos mais uma vez usar a palavra de Deus, para mostrar que os apóstolos e os demais que seguiam a Jesus, jamais foram seus irmãos de sangue. Começaremos pelo apostolo Tiago, que os protestantes – evangélicos – e outros, teimam em afirmar ser irmão de sangue de Jesus:

    “Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estava numa barca, consertando as redes”. (Marcos 1, 14-20).

    Como pudemos ver, através dos textos bíblicos: Os apóstolos Tiago e João eram irmãos e filhos de Zebedeu. Portanto, eles jamais poderiam ser filhos de Maria e de José.

    “Tu és Simão, filho de João, será chamado de Cefas (que quer dizer pedra)¨. (João 1,42)”.

    Se a bíblia é clara quando afirma que os apóstolos Tiago e João têm como pai, Zebedeu e o apostolo Pedro, tem como pai, a João, se torna impossível que eles sejam irmãos de sangue de Jesus. E quem assim acredita e prega, estará contradizendo as Sagradas Escrituras, a bíblia. Mas então, porque Jesus falou que eles eram seus irmãos? Lendo Hebreus 2, 10-13, podermos descobrir o porque dele ter falado isto:

    “Aquele para quem e por quem todas as coisas existem, desejando conduzir à gloria numerosos filhos, deliberou elevar à perfeição, pelo sofrimento, o autor da salvação deles, para que santificador e santificados formem um só todo. Por isso Jesus não hesita em chamá-los de irmãos, dizendo: anunciarei teu nome a meus irmãos no meio da assembléia cantarei os teus louvores”. (Salmo 21,23).

    E outra vez: “Quanto a mim, ponho nela a minha confiança”. (Isaias 8,17). E: “Eis-me aqui, eu e os filhos que Deus me deu”. (Isaias 8, 18).

    O ARREBATAMENTO

    Os protestantes – evangélicos – costumam pregar que o arrebatamento acontecerá antes da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, o que é um engano, mais um ensinamento protestante, que não consta das Sagradas Escrituras. Vejamos o que diz a bíblia, a respeito do arrebatamento e como e, quando ele se dará:

    “Não queremos, irmãos, deixar-vos na ignorância a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança. Se, com efeito, nós cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também, aqueles que morreram, Deus, por causa deste Jesus, com Jesus os reunirá. Eis o que dizemos, segundo uma palavra do Senhor: nós os vivos, que houvermos ficado até a vinda do Senhor, não precederemos de modo nenhum os que morreram. Porque o Senhor em pessoa, ao sinal dado, à voz do arcanjo e ao toque da trombeta de Deus, descerá do céu: então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; em seguida nós, os vivos que tivermos ficado, seremos arrebatados com eles sobre as nuvens, ao encontro do Senhor, nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, confortais-vos uns aos outros com este ensinamento.” (I Tessalonicenses 4, 13-18).

  22. Esses amores (Ces amours-là, 2010) « Movie For Dummies Says:

    […] com Lars Von Trier, pois ele não tinha o direito de fazer eu engolir guela abaixo o controverso “Anticristo” só porque andava depressivo, acho que esta maçaroca de acontecimentos e gêneros só faz sentido […]

  23. Melancolia (Melancholia, 2011) « Movie For Dummies Says:

    […] outra ponta (ou segundo capítulo), temos a irmã Claire (Charlotte Gainsbourg, a mesma de Anticristo), a parte centrada na vida de Justine. Claire é quem cuida incondicionalmente da irmã, mesmo esta […]

  24. anónimocinema Says:

    deixa de ser critico de cinema… nao é para ti, tenta futebol ou outra coisa diferente.

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