Wall-E (WALL·E, 2008)

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walle

Por Bruno Pongas
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A Pixar, vencedora de três Oscars de melhor animação (Procurando Nemo 2004, Os Incríveis 2005 e Ratatouille 2007), estreou na última sexta-feira a sua mais nova aventura. Trata-se do divertido e inteligente Wall-E, dirigido por Andrew Stanton.
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Como não assisti nenhuma das animações anteriores, fica difícil dizer se o novo filme da Pixar é melhor ou não do que elas. Entretanto, pelo que vi hoje no cinema, posso dizer com todas as letras que Wall-E é um excelente longa e uma ótima diversão. Um produto muito inteligente, dirigido tanto para o público infantil quanto para os adultos, já que aborda um tema interessante, que vai além de um desenhinho bonitinho e fofo. Por trás da superprodução há algo a ser passado.
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A história passa-se em uma era distante, mais especificamente no ano de 2700. Lá, o mundo foi soterrado pelo lixo produzido pela humanidade. Sem alternativas para o caos, a única solução foi promover um cruzeiro intergalático de luxo em uma estação espacial. Enquanto os humanos passavam suas ‘férias’ no cruzeiro sendo otimamente cuidados por robôs-faz-tudo, uma tropa de outros robôs, chamados de Wall-E (Waste Allocation Load Lifters – Earth Class, Levantadores de Cargas Desnecessárias da Terra, em português), são encarregados de dar um trato no planeta. Todavia, os simpáticos robôzinhos não conseguem dar conta da tarefa, e aos poucos vão pifando. O único que sobra, cria paulatinamente sua própria personalidade e começa a viver sozinho pelo mundo tentando em vão dar um jeito nele. Só que, o rumo da história muda quando Wall-E conhece Eve, uma robô mais evoluida que é lançada no planeta de tempos em tempos a procura de indícios de que se possa voltar a ter vida na Terra. O resto eu não vou contar para não estragar o prazer de quem pretende ver. A única coisa que eu asseguro é que vale muito a pena sentar numa sala de cinema – mesmo sendo num Sábado à noite – para prestigiar a animação.
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A parte ruim fica por conta de que somente em alguns (poucos) cinemas a cópia exibida é a legendada. Não que a dublagem seja ruim ou estrague o filme, até porque a animação tem cerca de apenas 15 minutos de diálogo, mas convenhamos que assistir o título original é bem mais legal.
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Minha Nota: 9.5
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Direção:
Andrew Stanton
Gênero: Animação
Duração: 103 minutos
Elenco: Vozes originais de: Fred Willard, Jeff Garlin, Ben Burtt, Kim Kopf, Garrett Palmer, Sigourney Weaver

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Uma resposta to “Wall-E (WALL·E, 2008)”

  1. Lucas Conrado Silva Says:

    Simplesmente a melhor animação de todos os tempos! Nada mais a dizer

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